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  • 30.01.15

    Review por Lucas de Oliveira

    The Sound and The Fury (1×11) Nota: 9,0

    • TRAMA

    Hartley Rathaway, um jovem e antipático cientista que trabalhava com a equipe de S.T.A.R. Labs como o sucessor de Harrison Wells, retorna agora se autodenominando como o “Flautista”, um vilão com luvas que são capazes de transmitir fortíssimas ondas eletromagnéticas e com um elevado intelecto. Determinado em destruir Wells e tudo o que ele preza, inevitavelmente acaba rivalizando-se com o Flash.

    • VILÃO

    Eu estou divergindo entre opiniões sobre o vilão, primeiro pela atuação de Mientus, ator que interpreta o personagem, pois não tenho certeza se é estática e inexpressiva daquela forma para evidenciar o quão detestável e calculista Hartley realmente é, ou se são apenas limitações clássicas de um ator de séries, já que ele nunca teve a oportunidade de atuar em filmes. Sobre o vilão em si, eu gosto bastante de uma versão muito pouco usada nos quadrinhos do flautista, uma versão mais obscura, onde não se vê seu rosto, apenas dois longos retângulos verdes na escuridão do seu capuz e um traje quase medieval, lembrando um pouco o de Doutor Destino, vilão da Marvel, que para mim é um visual mais prepotente, porém como essa versão é pouco utilizada, não posso dizer que eles fugiram muito dos quadrinhos, afinal o cara tem um capuz, e as luvas eletromagnéticas foram uma boa saída para a flauta que não combinaria com a série, entretanto os efeitos especiais delas precisam melhorar um pouco ainda. Contudo, existiram dois pontos que eu realmente gostei: os produtores manterem ele homossexual, que quebra alguns tabus, preconceitos e estereótipos, e ele já fazer parte da vida de Cisco, Harrison e Caitlin, permitindo em um único flashback aprofundar o passado e a personalidade tanto do vilão quanto dos personagens recorrentes, matando dois coelhos em uma cajadada só.

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    • CLÍMAX

    Vou tentar parar de dizer que não existiu um clímax nos episódios, mas sigam minha linha de pensamento. As lutas não estão sendo aproveitadas como devem ser, talvez por uma questão de dinheiro ou de criatividade, quem acompanha quadrinhos sabe do que eu estou falando, pensem por um segundo as possibilidades das coreografias de luta entre um homem que consegue ultrapassar a barreira do som correndo, e um que atira ondas eletromagnéticas de seus braços capazes de destruir um prédio. Interessante, não? Ao invés disso Barry salva algumas pessoas dos carros, que é uma sequência muito bem-feita por sinal, desarma o Flautista, sofre alguns segundos no chão e Harrison salva o dia, com uma solução muito mais inteligente e cientificamente embasada do que a das armas se cruzarem do ultimo episódio diga-se de passagem. Não quero algo do nível de Man of Steel, contudo, alguns minutos extras de confronto a mais não fazem mal a ninguém. Talvez os roteiristas pudessem tirar mais tempo de vida jornalística de Iris West e mais soco na cara entre super-heróis e vilões.

    • FINAL

    O episódio acaba como começou, com um dos amáveis discursos de Barry, desta vez sobre o que é um herói para as pessoas. Um breve momento “pai e filho” com Joe, e duas pancadas mais sérias, Thawne investigando a casa de Wells e Rathaway dizendo que sabe como salvar o Nuclear. Tudo leva a crer que ele que vai montar, ou pelo menos indicar como criar o dispositivo de contenção de seus poderes. Será que teremos a clássica cabeleira de fogo vertical?

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    • CENA PÓS-CRÉDITOS

    Eu não entendi direito esta cena, nós vimos durante o episódio que o Harrison definitivamente tem habilidades de velocista, mas ele está pegando os poderes daquele dispositivo e eles se esgotando eventualmente, ou ele está perdendo os poderes que já tem e se tratando com o dispositivo para se estabilizar? Ele fala que os “efeitos” são temporários, mas seriam os efeitos de perder a velocidade, ou os efeitos de ter que pegar eles emprestados do dispositivo? Um tanto confuso.

    • EASTER EGGS 

    Speed Force – Na cena pós-créditos vemos Gideon, a inteligência artificial que auxilia Wells, comentando sobre a Speed Force, que nos quadrinhos é a fonte de poder de todos os velocistas, coisa bem comum na DC, os Lanternas tem uma, o Kryptonianos tem uma, os seres cósmicos tem uma, e diversos outros personagens.

    Royal Flush Gang – No início do episódio o Flash detem alguns assaltantes com capacetes de cartas de baralho, referência direta a Royal Flush Gang, vilões recorrentes dos gibis e da série animada do Batman do Futuro.

    “Eu falhei essa cidade” – Nem são necessárias explicações para essa referência de Wells a frase icônica da série Arrow.

     

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